07/06/2006 00:52
“Eu aceito, todo o veneno para descobrir minha Essência”

Não sei por que eu escrevo, ninguém vai ler!
Não sei por quem eu clamo, ninguém vai aparecer!

Mesmo que leiam, quem realmente vai entender?
Mesmo que apareçam, quem realmente vai me ver?

Textos e mais textos, algum com nexo outros, sem nem pontuação. Cada um entende o que quer, não o que eu quero!
Temas filosóficos, temas políticos, temas sentimentais, temas econômicos, temas cotidianos, temas extraordinários, temas e mais temas. Todos com o mesmo ponto de vista, ‘até onde isso me importa?’

Para que veneno? Temos o tempo! Uma semivida inteira, tempo, o melhor veneno da Terra...

“A beleza esta nos olhos de quem vê!” Estarei ficando cego!? Não, realmente não estou!

Num contexto maior, a única coisa que eu vejo e a perdição, do momento que ainda não veio!
Num contexto menor, a única coisa que eu vejo e a resolução de um passado, mais presente que o ‘agora’!

Tanta relatividade! Ainda bem que eu não sou Onisciente!

...como se eu tivesse sido arrebatado por um turbilhão vindo de uma terra distante...
Preciso!
...como se precisasse ter a certeza de que eu era uma pessoa de carne e osso...


Tanta ação, tanta reação... Tudo volta, nem sempre para a pessoa certa!
...a gente deveria usar um sino amarrado no pescoço...
Talvez, desta forma eu pague só pelos meus erros...
Distorções mirabolantes... ! ...as lembranças se afastam mais e mais daquilo que um dia as criou...
Do nascimento a morte... ! ...um milagre tão fantástico que, diante dele, a gente não sabe se ri ou se chora...

Mudanças heróicas...
...todo a sua (a minha?) vaidade se resume ao seu desejo de ser um curinga...
Tudo isso para nada? Ou para tudo?

Sempre seremos ou sempre vamos ou jamais ficaremos?
Como um acolhimento, um abraço eterno?
...somos arrebatados como num passe de mágica e depois novamente abandonados...

Sempre chegamos ao fim! E sempre, vemos que ele e o inicio, ...um circulo eterno?
Inquebrável?

...o ruído das borboletas era como música...
Hoje e só mais um ruído!
Engraçado como às coisas passam...
...infiltrei-me como uma cobra venenosa...

Tanto sarcasmo, mas cadê a noção da realidade?
Afinal! Alguém me diga o que e real?

...sempre acreditei sentir coisas estranhas, que a alma das outras pessoas não sentem...
Tanta especulação? Brasil Hexacampeão!
E no que isso muda a vida?
Um único momento de felicidade inútil... ? Para o bem ou para o mal?

Mas como eu disse, “cada um entende o que quer, não o que eu quero!...”.

Alias, o que eu quero mesmo, é...


Gris ou Lotom!
enviada por Sopapo de Amigo






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